Não me odieis!

Estou que não posso. Nos últimos dias detecto que há um grupo de gente que… bom, não é que não comungue com as minhas ideias: simplesmente, odeiam-me. Odeia-me Bertus, odeia-me Lidor, odeia-me Anti_Lusista e odeia-me Xosse (quem amais de odiar-me, censura-me… ai, não, selecciona :D).

O que pior me sabe é que seguramente ou nos conheçamos em pessoa, ou tenhamos militâncias comuns, gostos similares, amizades comuns… Mira que intentei ser razoável às vezes com eles, mas sempre recorrem à teima de «xa está o lusismo coincidindo co españolismo» (claro, deve ser que o isolacionismo nunca coincide :D).

À crítica geral construtiva logo saltam à destrutiva pessoal… Eu já não sei o que fazer, a sério. Não sei se tomar-lhe-lo com humor, se responder-lhes mal (como mais de uma vez fiz), se começar de zero… A verdade é que é uma mágoa. A gente que me conhece pessoalmente sabe que, algum sectarismo à parte (as mais das vezes só com ânimo de trollear a animar o debate), sou bastante razoável. E às vezes, mesmo simpático (modéstia à parte).

A ver, ho, que não sou tão má pessoa! Convido-vos a conhecer-me e a começarmos de zero! A sério. Eu esqueço e vós esqueceis. Parece-vos?

  • vou conta unha historia en plan lurinha, xa sabes, he he… e xuro que é verídica.

    vouche contar como aprendín eu a palabra “odiar”
    era eu ben cativo e baixara coa miña nai para tirar o lixo…
    o caso é que, á saída do ascensor, miña nai encontrou dúas veciñas e comezaron a conversar
    e en medio da parolada miña nai soltou: “eu o que odio é a plancha” (daquela descoñeciamos o de “ferro de pasar”)
    e eu ,coa inxenuidade dun neno, preguntei: “e que é odiar, mamá?”
    e ela, despois de mirar de esguello ás veciñas contestou: “ai, non neniño, ti non odies nunca, que é moi malo”.

    pois iso: discrepar si, odiar non
    😉

  • por certo,
    sendo imparcial
    fuches ti o primeiro que lle chamaches imbécil a lidor na noticia que referencias de chuza! 😀 (non sei se el anteriormente empregou insultos contigo)

    eu, o que din eles, dígocho pero friendly
    gerardinho volve ser xerardiño, por favor! 😀

  • Alema, a anedota que contas é muito boa.

    Na notícia ligada de Chuza, realmente pus essa porque foi a primeira que atopei (procurei um pouco, mas não dei encontrado as origens da polémica). Mas se acreditas um pouco na minha palavra, nos quatro casos fui eu insultado primeiro. E quando digo insultado digo mediante um paalvrão dos gordos, e não algum dos meus (tipo “minhajoia”, “ingénuo”), que são bem lights.

    NOTA: nunca fui “Xerardiño”, ao menos no galego escrito 😉

  • pois nunca é tarde, xerardiño… ups! 😀

  • Alema: concordo com o amigo Gerardinho, “a anedota que contas é muito boa”… ainda que seria muito melhor ainda se terminasse com a tua mãe dando-che na cabeça com o ferro de passar, hahaha!!! Agora, o teu conselho ao Gerardinho já é outra cousa, cousa má. Alema, mau!!!

    Gerardinho: os que temos o prazer de conhecer-te pessoalmente sabemos o boa e generosa pessoa que és, simpático até! 😉 Nom mudes nunca! Queremos-te assim! Sabes o que diria o finado John Balan? PIOR PARA ELES!!! Hahaha!!! //www.youtube.com/watch?v=50jTQJoETuA (2’23”).

    • Obrigado polas palavras, Suso 🙂
      (E polo vídeo :D)

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