Toponímia: culpável da demora das infra-estruturas

póvoa do caraminhalO pepedegá volveu evidenciar no Parlamento o seu nulo interesse pola língua do país. A cousa começou quando o porta-voz nacionalista em assuntos marítimos (Bieito Lobeira) promovia uma iniciativa (secundada por toda a Câmara) para lhe reclamar ao Ministério espanhol de Fomento que respeite em toda a sua documentação oficial o nome correcto dos topónimos da Galiza. Isto é, que se deixaram de fazer castelhanizações estúpidas como Vivero por Viveiro.

A isto, um dos pepeiros respondeu mais ou menos o seguinte: «se o BNG colocar o mesmo interesse nas infra-estruturas como na toponímia, há bem tempo que o comboio de alta velocidade estaria muito mais perto [da Galiza]».

Particularmente acho que é muito difícil que uma infra-estrutura possa chegar ao lugar adequado se nos papéis se lhe indicam lugares inexistentes. Ou seja, que vejo bastante complicado que possa chegar, ponhamos por caso, um comboio de alta velocidade a Villalba, uma auto-estrada  a La Puebla del Caramiñal ou se construa uma nova ponte para agilizar o tráfego em Viana del Bollo. As cousas, polo seu nome, e os lugares, polo seu também 😉

P. S.: avante Sinaliza!

  • Maria

    Bom… vou cumprir e vouche decir algo que lin non fai moito ala nus documentos pola comarca do Deza.

    Tenhen nesta comarca unha parroquia, aldea, pobo (chamalle como queiras, eu non saberia definilo) cuio nome e Vilatuxe. Cal foi a nosa sorpresa mirando nuns non moi antigos papeles, que se referian a esa vila como Villa de Tuje… a parte de que soa como se a seccion posh de Lalin, aqueles que tenhen casa en Sanjenjo, non tiveran nada mellor que facer, penso que lle quitan algo do nome orixinal da vila en cuestion…

    Ala, que estou espesa e tenho aulas en nada. Bicos e coidate!

  • Uz

    Villa de Tuje, huas, huas, huas X-D

    No meu concelho há uma aldeia chamada Tojeiros Velhos (na ortografia oficial, “Toxeiros Vellos”, que para o caso pronuncia-se igual). Mas uma pessoa que trata documentação “antiga” ensinou-me alguns documentos da pós-guerra espanhola nos que se referiam ao lugar como “Tojoviejo” (assim, em castrapo e singular!), que por outra parte, iam ser objecto de prospecção mineral polos nazis…

  • María

    Ficara así o conto… aínda que eu nestes temas non me meto, teño que decir que soa mellor en galego… iso de “nos vamos a pasar el finde a La Guardia/Sanjenjo/Vivero/Pollo…” que queres que che diga… eu non o vexo e xa me custa cando algúns din Conjo…

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