Leiros, agras e devesas: toponímia, toponímia, toponímia

Olá, pessoal! Depois de uns dias de (merecidas? forçosas?) mini-férias nas quais não tive acesso à internet, regresso para fazer um post desses dos quais gosto: filológicos. Concretamente, e em certa maneira como homenagem ao colega Ulmo d’Arxila (um dos maiores especialistas galegos na matéria), o tema será toponímico.

Fazendo um pouco de memória, vou listar alguns nomes de micro-toponímia menor da minha freguesia, concretamente nomes de leiras. Os comentários filológicos, se forem pertinentes, deixo-lhos ao futuro doutor já aludido. Antes de mais, aclarar que entre parênteses indico o artigo que acompanha o nome nos contextos preposicionais [tipo “vou ao Leiro Redondo”, Leiro (o)].

Agra (a), Bodega (a), Boucido (o), Cano (o), Casal da Vinha (o), Chouso (o), Devesa (a), Granda (a), Leiro Redondo (o), Plantio (o), Pradela (a), Rega (a).

Sei que a listagem não é lá muito longa (procurarei acrescentar algo mais), mas para o olho experto se calhar tem algum interesse. Aguardo comentários 😉

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