Por que a CRTVG não emitiu «Línguas Cruzadas» na internet?

Nem a quinta-feira 17 de Maio nem o sábado 19 a CRTVG emitiu o documentário Línguas Cruzadas. Igualmente tampouco aparecia qualquer referência sua na grelha de programação do sítio web da companhia…

Esta semana viaja connosco o «I Dia do Orgulho Lusista e Reintegrata»

«Não entre em pânico, nom!». A conciliadora (e surpreendente) frase será o chamamento que o vindouro 25 de Maio se faça aos reintegracionistas (e lusistas) de todo o país.

Os nossos apelidos, galegos, com todo o direito [II]

Para galeguizar um apelido o primeiro que se deve comprovar é que, com efeito, se trata de um apelido galego.

Os nossos apelidos, galegos, com todo o direito [I]

O idioma abrange todos os níveis da vida, e o idioma está presente em todo, dos nossos nomes aos nossos apelidos. Que sentido têm apelidos como Otero, Meana, Vilareyo ou Seijo? Assim, em galego não significam nada, e em espanhol tampouco. Ficam apátridas, não queridos em nenhures.

No nome do País: a Galiza não se vende!

Parece que há quem leu mal o lema e achou que a «Galiza» sim se vendia, transmutando-se em «Galicia».

Tribos reintegratas na Galiza (II)

Polo meio da conversa um companheiro comentou que era bom irmos quantos mais reintegratas melhor, aproveitando que o evento é lúdico e somos «simpáticos».

Tribos reintegratas na Galiza (I)

Neste artigo farei introspecção e prospecção etiquetadora (função esta última que odeio profundamente) sobre as tribos reintegratas na Galiza.

Leiros, agras e devesas: toponímia, toponímia, toponímia

Vou listar alguns nomes de micro-toponímia menor da minha freguesia, concretamente nomes de leiras.

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