Mijadoiro competition

De qualquer problema…

wccompetition

… sempre haverá quem faça competição.

. . . . .
OBS: um urinário de parede qualquer nos interiores de uma rádio pública.

  • Tawil

    E sempre há quem ponha o til 😉

  • Modesto

    Eu sei onde é. 😀

  • Galeguzo

    Ói, Modesto, e tu provaste a fazer a prova de ‘concurso’? Eu não, mas algum dos companheiros já provou a fazê-lo… ‘disparando’ de lado!!

  • suso

    Há sempre quem ponha o til (~), Tawil, e sempre há quem ponha o acento (´) ;-P

  • Galeguzo

    Voltemos à guerra dos do -OM contra os do -ÃO!! Lusista’s war X-D!!!

  • Galeguzo

    Voltemos à guerra dos do -OM contra os do -ÃO!! Lusista’s war X-D!!!

  • suso

    Nom/Não, haja paz!!!

  • suso

    Nom/Não, haja paz!!!

  • David

    Isto confirma a miña teoría de que a arte urbana é a máis libre e imprevisíbel… 😛

  • David

    Isto confirma a miña teoría de que a arte urbana é a máis libre e imprevisíbel… 😛

  • Galeguzo

    (Suso) Haja paz, oxalá 🙂 De facto, quando escrevi a mensagem vinha de ter uma discussão sobre o tema e… mimã! Que complicação!

    (David) Já vês. E se che digo donde procede, ainda dirias mais 😉

  • marykinha

    Pois a min paréceme cómico, jajaja Oes, remato de ler un comentario teu no meu blogue… moitísimas grazas, jajaja non o vira ata hoxe (anda que non chovei dende que o puxeches!)
    Que saibas que a pesar de estar no Fuckin’ nowhere, entro case tódolos días no teu blogue.
    Bicos
    P.D. e non me sumo a ningunha das guerras que tes por aquí 😉

  • Galeguzo

    A TOTHOM: desde hoje, 23 de março, já está solucionado o problema do mingitório. O urinário supletório esteve desabilitado do 9 ao 23, duas semanas em que os trabalhadores (mas não trabalhadoras) de uma importante empresa vissem diminuídas as suas possibilidades de escolha para desempenhar uma tarefa tão importante como regular a temperatura interna do organismo e o fluxo de líquidos. O dito, uma (engraçada) vergonha.

    A MARIA: ai, isso de não tomar partido é demasiado diplomático… historicamente, os galegos sempre nos posicionamos nas guerras importantes que tivemos ao perto (e assim nos foi). Sobre o meu comentário no teu blogue… como não o viche antes??? Ai, e isso que eram palavras bonitas, que se não… ;)))

  • marykinha

    Cajo na palabra obligatoria de marras… teño que repetir o comentario!!! O ben que me quedou!!! ¬¬

    En fin, decir unhas cantas cousiñas, non é por ser diplomática, pero hai cousas nas que eu non estou ao tanto… son unha ignorante da vida 🙁

    A parte de iso, decir que estou vivindo miña propia guerra persoal cun medio galego. O desencadenante da guerra é a convivencia cotiá, pero e que o meu compañeiro é coma o Don Celidonio de Risco… un porco que non sei porque, chegou a erguerse e estar en pe.

    Polo do comentario no meu blogue… hoxe actualicei e fixeime que o tiña… algún día entrei, pero como ultimamente me tes abandoada… pensei que sería Kaka.

    De tódolos xeitos, o meu máis sinceiro agradecemento polas túas verbas…

    Bicos!

    P.D. Voume posicionar… eu apoio ó galego do pobo traballador e obreiro, ese pobo que di “non” en lugar de “nom/nao (non atopo o til)” e que tamén di “graciñas” en lugar de “grazas ou obrigado” 😛

  • Galeguzo

    Ei, ei, que eu também sou trabalhador!! O que passa é que uma cousa é como se fala, e outra como se escreve. E esse ‘non’ que figura na norma ILG-RAG internacionalmente escreve-se “não” (que, como se vê, tampouco é “nom”).

    O presidente brasileiro Lula, quando chegou ao poder, assegurou: “a minha missom é que afinau du meu mandádu, todos os brasilêrus possam comer três vêzis au djia”.

    Por suposto, no caso de o ter escrito, teria figurado “a minha missão é que afinal do meu mandado, todos os brasileiros possam comer três vezes ao dia”.

    E a minha pergunta é: porquê é tão infalível a Lei de Berto? (//www.google.pt/search?hl=pt-PT&q=%22lei+de+berto%22&btnG=Pesquisa+Google&meta=)

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