A segurança do Windows Vista ou a prepotência dos amos do galinheiro

Diante das notícias anunciando as primeiras falhas de segurança na nova plataforma Windows Vista (aqui e aqui), a companhia MicroSoft defende-se alegando que se trata de um facto sem qualquer “importância histórica”, alegando que o erro não é grave enquanto o usuário afectado não execute um programa de código malicioso.

A resposta dada pola empresa do Bill Gates evidencia, mais uma vez, duas cousas:

  1. Que tratam os usuários como estúpidos (é que alguém executaria à mão-tenta um código malicioso na sua equipa?).
  2. A prepotência e arrogância dos responsáveis da empresa.

E é que somente agindo dessa forma se pode perceber o posicionamento da MicroSoft desde o lançamento oficial do Windows Vista; uma companhia que, amparada na sua posição monopolística, perde o rumo e desvaria.

Isso explicaria que se tenha afirmado que o Windows Vista é pouco menos que infalível face as sabotagens ou que com a nova plataforma vá diminuir a pirataria. Apenas um néscio asseguraria tais cousas, já que, a fim de contas, o código deste sistema operacional está elaborado por seres humanos. E os seres humanos, abofé, somos bastante falíveis, propensos aos erros. E enquanto haja seres humanos a trabalharem num sistema operacional, este terá falhas e será potencialmente vulnerável às sabotagens.

E, por certo, parece que cada vez mais utilizadores passam (ou estariam dispostos a passar) às distribuições do pinguim…

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