E o ghit do verão é «In the Ocean»

Retomamos o fio de dous posts mais abaixo, para dizer que já temos ghit: «In the Ocean», do Pulpiño Viascón.

Esta foi a decisão inapelável do júri do concurso após a sua deliberação (imaginamos que tomada com muitíssimo prazer, à vista das imagens ;^). Mas o que realmente importa não é a decisão. O que importa é o facto de este concurso, o «A Polo Ghit», se ter convertido em fenómeno social (mesmo que o seu cerne estivesse no Blogomilho e na Net.galega).

Na minha opinião, em termos gerais, foi uma experiência mais que positiva que, ainda, ajudou em parte a uma tímida renovação do Luar (com regresso pontual do Xurxo Souto inclusive); e logou a colaboração de dous meios de comunicação tão diferentes quanto Vieiros (jornal digital) e a Rádio Galega (emissora pública).

No respeitante a isto último, creio que futuro dos meios públicos galegos pode estar em se saber adaptar e em apoiar iniciativas tão bem sucedidas como esta que amanhã finaliza. E se aprendermos a lição, para o ano deveria-se promocionar como é devido (mas na linha de agora e nada de logótipos Junteiros a lixar a experiência).

Oxalá se repita aginha a iniciativa e, mais importante ainda, oxalá a música galega possa ocupar no seu próprio país o lugar que merece e a promoção que merece!

Farta muito ver em jornais (e outros meios de comunicação) de toda a Galiza, cada pouco tempo, anunciarem com bombo autores de outros pontos do Estado ou mesmo da América Latina que ningúem conhece de nada (medíocres na maior parte dos casos) enquanto nos nossos ninguém gasta um cadelo (obrigado também a vós, Vieiros e Rádio Galega).

O iogur de fresa, o licor-café, as “patatiñas” no café, a exortação das festas e outras delícias (para-)gastronómicas já formam parte das nossas vidas. E é sobretudo isto que importa!

  • XM Carreira: Caixa do Mendinho

    Bem sublinhada a palavra “júri”. Eu preferia antes os Festicultores, os Guezos ou o Projecto Mourente. Assim é a vida.

  • David

    A verdade é que tampouco era a miña favorita, mais a decisión do xurado é, como ti ben dis, inapelábel. 😀
    Saúdos!

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