As Terras Baldias

Venho de actualizar a ligação para o blogue d’As Terras Baldias, um blogue que recomendo com muito prazer, e não o digo por ser colega do autor (que também 😉 Quem não acredite, bote uma olhada ao magnífico post Cuestións Pías. Depois, julgue.

Rapaz, desejo-lhe longa vida ao teu blogue e, porquê não, que dediques tanto entusiasmo à página do Império Gallego Gallácteo como a esse pequena janela que dá ao teu imenso mundo ;-p Esse blogue não são realmente umas terras baldias. Nem tampouco os nossos esforços diários. Podem parecê-lo em ocasiões, mas temos de saber olhar sempre para lá do anedótico, do superficial. Temos de procurar as autênticas facetas do que nos rodeia, mirar sempre todas as cousas com quantas mais diferentes miradas nos for possível. Devemos aprender a ver os sonidos, a ouvir as cores e a cheirar o tacto do mundo.

Uma dedicatória musical…

I could feel at the time
There was no way of knowing
Fallen leaves in the night
Who can say where they’re blowing
As free as the wind
And hopefully learning
Why the sea on the tide
Has no way of turning

 

More than this – there is nothing
More than this – tell me one thing
More than this – there is nothing
It was fun for a while
There was no way of knowing
Like dream in the night
Who can say where we’re going
No care in the world
Maybe I’m learning
Why the sea on the tide
Has no way of turning
More than this – there is nothing
More than this – tell me one thing
More than this – there is nothing

 

De nada :-)))

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